Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Autoconhecimento

Não é o prazo, mas o peso que tensiona a sacola

Imagem
Estava no mercado na terça-feira às 16h47. Não tinha comido nada durante toda a tarde e buscaria meus filhos na escola em 10 minutos. A lista de compras tinha frutas, macarrão, leite, pão e queijo, mas a fome apontava para o enroladinho de salsicha e esfirra a cinco pessoas de distância na fila da padaria. Estava encurralado pela prioridade e urgência.

Existência editada

Imagem
Minha vida teve certificado, Foi oficialmente comunicado. Fui um bebê que inspirava cuidado, Uma existência havia começado. A família foi meu primeiro mundo, Não me lembro, mas ressoa profundo.

A vespa, o ego e o sofrimento milimétrico

Imagem
Era um início de noite de uma terça feira quente. Na garagem, as crianças brincavam. Tudo transcorria na normalidade, até eu passar a mão esquerda pelo meu pescoço e sentir uma ferroada.  Uma vespa acertou o meu mindinho e no reflexo a joguei no chão. Assim como os pequenos obstáculos do dia a dia, o ferrão não parecia ter me ofendido muito. Retirei-o, passei pomada e noite que segue.

Ghostbusters! Caçando culpados invisíveis

Imagem
O Brasil é um país conhecido por sua religiosidade diversa nas suas expressões e práticas. Com isso, é muito comum culpar o sobrenatural por situações aparentemente sem explicação lógica, atribuindo a causa ao “mau olhado”, “clima pesado”, ‘o santo não bateu” ou “vibração ruim”. A partir disso, proponho um exercício por meio de teste de hipóteses, partindo do ambiente externo até chegar à espiritualidade.

O breve eterno momento presente

Imagem
Caminho pela praia deixando pegadas, Mas não duram muito, logo são apagadas  No vai e vem das ondas...   Olho para trás e já não vejo mais meus rastros, Existe apenas areia no meu encalço No vai e vem das ondas...

Apesar das oscilações

Imagem
Já parou para pensar em quanto você é pessimista ou otimista quando se expressa? Em termos gerais, um pessimista parece sempre olhar para o pior lado das coisas, aquele negativista, e às vezes até torce para que tudo dê errado e falar: eu avisei que não daria. Já o otimista seria o oposto, este encara as situações de maneira sempre favorável, de que tudo vai dar certo. Pelo menos esse é o conceito comum que temos.

Você já se escutou hoje?

Imagem
Este texto é um pouco diferente, vamos iniciar com um exercício e depois as discussões. Para tirar o melhor proveito do conteúdo siga a ordem proposta. Se quiser pode pular o exercício e ir direto às reflexões, porém realizando o exercício vai ter uma experimentação mais expansiva do que é sair do automático da vida. Então vamos lá! E não se preocupe, o exercício é para durar cinco minutos, o restante do tempo você aproveita na leitura.

Tempo falta, mas distrações sobram

Imagem
Quem nunca terminou o dia com a sensação de que não cumpriu o planejado e várias tarefas ficaram para depois? Esse sentimento é muito comum quando a rotina corrida com as inúmeras atribuições do dia a dia como trabalhar, cuidar da saúde, se alimentar, tomar banho, dormir, se divertir etc. é quem impõe o ritmo da nossa vida.

Do Homo sapiens ao "Homo trendiens"

Imagem
Descobertas científicas como vacinas contra o câncer, uso de ferramenta de IA para detectar tumores e a descoberta de água líquida em Marte despertam a curiosidade e o fascínio pelos avanços da ciência. Tais exemplos podem ser conferidos na matéria da BBC “ 7 descobertas que se destacaram em 2024 pelo seu impacto na vida humana ”.

Desejo real ou eco do problema?

Imagem
  Neste blog já conversamos a respeito de autoconhecimento em vários momentos, um deles é o post “ O problema de consertar o problema ” que traz uma proposta de mudança de foco do obstáculo para a solução. Neste novo texto conversaremos sobre autoconhecimento também, mas complementando o artigo citado anteriormente, oferecendo mais uma forma de pensar e refletir sobre nossas crenças, atitudes e resultados. Para facilitar a assimilação dos conceitos, vamos partir de algo simples que incomoda e gostaríamos de mudar: a bagunça cotidiana de uma casa, pois acredito que seja um consenso para quem possui alguma sanidade mental não gostar de viver no meio da desordem, sujeira e confusão.

Não é apenas sombra e água fresca

Imagem
Crédito: IStock Este texto surgiu como uma ideia após ler o intrigante livro “Pensando em sistemas: Como o pensamento sistêmico pode ajudar a resolver os grandes problemas globais” cuja autora é Donella H. Meadows com tradução de Paulo Afonso. Confesso que não me lembro por quais circunstâncias eu cheguei a este livro, mas foi uma leitura muito agradável e cheia de aprendizado, o qual recomendo para toda pessoa que queira realmente pensar de forma integrada e mudar a maneira de analisar situações e enxergar como as coisas funcionam.

Esquecer de crescer para apenas sobreviver

Imagem
Se você pudesse estabelecer a diferença entre uma criança e um adulto por meio de uma palavra, qual seria? Inocência, maturidade, responsabilidade e até boleto são algumas que primeiro surgem na mente, mas na minha opinião, a disparidade se dá pelo termo “abertura”. A criança quando nasce chega a um ambiente ao qual se vê obrigada a se adaptar ao mesmo tempo em que vai evoluindo física, psicológica e emocionalmente. Para chegar a dar um passo é mais ou menos um ano de intenso desenvolvimento motor.

O drama da existência

Imagem
O que o Batman, Goku, Harry Potter, Sherlock Holmes, Bentinho, Iracema, Tarzan, James Bond e Aragorn tem em comum com você e eu? Todos nós podemos ser apenas um personagem. Para entender essa comparação vamos exercitar nossa criatividade, mas primeiro esteja ciente de que não é o foco analisar sob o rigor das teorias da psicologia ou sociologia, mas refletir por meio dos exemplos. Por uns instantes, pare, e pense na sua vida, buscando perceber qual é a sua posição no seu contexto cotidiano. Veja se é pai, marido, filho, empregado, patrão, ou seja, o que você é dentro do seu sistema de vida.

Quem toma as suas decisões por você?

Imagem
  Quando olhamos para o céu com nuvens acinzentadas e tons azulados, normalmente, deduzimos que pode ser que chova nas próximas horas ou minutos. Raciocínio semelhante fazemos ao ver uma comida em uma panela no fogão ou saindo do forno, de que o alimento está quente. A conclusão sobre chuva ou temperatura pouco importa aqui, mas o importante para nós agora é o caminho feito e os desdobramentos desta sequência de pensamento no nosso cotidiano. O primeiro ponto a perceber é que o desfecho da situação vem após o processamento de um conjunto de informações, no caso a observação das nuvens e o processo de cozimento, que encadeadas por meio de uma lógica deduzem um fato novo, diferente dos iniciais, mas conectado a eles. 

Entrando para dentro ou saindo para fora

Imagem
  Tão certo quanto “cair para baixo” e “subir para cima” em algum momento da vida você já disse ou ouviu alguém dizer que “saiu para fora” ou “entrou para dentro”. Essas duas últimas expressões populares que causam nervoso nos professores de português e nos corretores compulsivos serão nossos exemplos para refletir se estamos buscando ou fugindo de nós mesmos.