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Mostrando postagens com o rótulo Humanidade

Meditação moderna e o mantra algorítmico

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O celular vibra e uma notificação aparece na tela. Com apenas o ícone e um nome tem-se um convite para a curiosidade. Vindo da rua é possível escutar os carros acelerando e ouvir histórias das conversas alheias sem saber o começo e nem o fim. Os latidos e o piar dos pardais são ouvidos em meio à multidão sonora da vida cotidiana.

Parece cansaço, mas é só preguiça existencial

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É muito comum no cotidiano escutarmos que o dia foi puxado, a semana foi cansativa ou alguma outra frase remetendo à fadiga, e sempre me pergunto como é possível mensurar a percepção de cansaço. Seria a variedade ou a intensidade das atividades a pesarem nesta balança? 

Vida em temporada: o fim dos ciclos na era das séries

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O fenômeno de maratonar séries já se tornou parte da cultura brasileira, e dedicar horas seguidas para descobrir que o fim da temporada não significa o desfecho da história é muito comum. No entanto, a questão não está na quantidade de horas gastas, mas em como essa dinâmica começa a mudar nossa própria percepção da naturalidade do mundo. Enquanto a natureza opera por ciclos, nós vivemos por temporadas.

É necessário dar nome aos bois

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Há alguns dias, ao ser fechado por outro carro próximo a uma esquina, minha primeira reação foi um olhar incrédulo e por óbvio um xingamento mental, mas depois me peguei pensando em como teria sido o dia daquela pessoa até aquele momento. O meu racional impõe que se existe um sinal de “Pare”, o avançar dependeria de um indicativo excepcionando o primeiro comando. Na minha visão daquele momento o indício estava relacionado à mãe do outro motorista.

Sonambulismo viral

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A tela do celular é mais que informação, É também por onde vem a formatação. A notícia indica onde o mundo se complica, Mas é nos reels que o medo se multiplica. Assalto, imposto, eleição e guerras agora, Contrastam com pessoas de bunda de fora.

Direitos e conveniências: você pede permissão para ser feliz?

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Muito provavelmente já ouviu as expressões “eu vou buscar os meus direitos”, “isso é direito de fulano” ou até “o seu direito não é mais importante do que o meu”. O que tudo isso tem em comum? Fala-se muito em direito, mas pouco na responsabilidade de ter direitos, ainda mais no país do “jeitinho brasileiro”.

Pandemia de interferencers

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A internet possibilitou a disseminação de muitas coisas, mas entre ideias, produtos e conteúdos, os influencers parecem ser os que mais se espalham por aí. Em uma definição simples: influencers são pessoas que criam conteúdo e usam redes sociais para atingir um público e influenciá-lo com opiniões e comportamentos para conseguir algo em troca, podendo ser dinheiro, fama ou os dois.

A era das entidades: o tempo da despersonificação humana

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Você está procurando emprego e na entrevista para a vaga é informado de que “não tem o perfil que o mercado procura”.   Então, abre o navegador do celular procurando outras oportunidades e se depara com uma notícia afirmando: “Governo promete que desemprego vai cair no próximo ano”.   Na volta para casa, no ônibus, acaba ouvindo um trecho da conversa das duas pessoas do banco da frente e fisga a frase: “Deus sabe o que faz”.  

Do Homo sapiens ao "Homo trendiens"

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Descobertas científicas como vacinas contra o câncer, uso de ferramenta de IA para detectar tumores e a descoberta de água líquida em Marte despertam a curiosidade e o fascínio pelos avanços da ciência. Tais exemplos podem ser conferidos na matéria da BBC “ 7 descobertas que se destacaram em 2024 pelo seu impacto na vida humana ”.