Uma fenda no tempo
Parado, estático e sem movimento
Ele é contraponto do nosso momento
Um olhar atento por um instante
Faz notar sua moldura na estante
E então o reflexo do vidro começa a revelar
A imagem da foto naquele pequeno altar
O papel traz o passado até o presente
E muitas lembranças daqueles ausentes
A imagem é ao mesmo tempo viva e fugaz
Mas é nela que a saudade se satisfaz
Parece mentira o que vou contar
Aquela foto comigo quer falar
As vozes saem do retrato antes ignorado
Sendo reconhecidas e ouvidas com agrado
Não é ilusão, tudo começa a se mover
Fazendo o tempo do relógio se dissolver
Converso e sinto o calor do abraço
Daquele com quem tenho estreito laço
Mas como uma vertigem, me puxa a rotina
E vejo apenas meu rosto naquela película fina
Não sei se fui e nem quando voltei
Apenas que vivi com aqueles que amei
Ele é contraponto do nosso momento
Um olhar atento por um instante
Faz notar sua moldura na estante
E então o reflexo do vidro começa a revelar
A imagem da foto naquele pequeno altar
O papel traz o passado até o presente
E muitas lembranças daqueles ausentes
A imagem é ao mesmo tempo viva e fugaz
Mas é nela que a saudade se satisfaz
Parece mentira o que vou contar
Aquela foto comigo quer falar
As vozes saem do retrato antes ignorado
Sendo reconhecidas e ouvidas com agrado
Não é ilusão, tudo começa a se mover
Fazendo o tempo do relógio se dissolver
Converso e sinto o calor do abraço
Daquele com quem tenho estreito laço
Mas como uma vertigem, me puxa a rotina
E vejo apenas meu rosto naquela película fina
Não sei se fui e nem quando voltei
Apenas que vivi com aqueles que amei
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